segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

CAMINHANDO PARA CIDADE DA MORTE

É comum pessoas que moram em zonas mais rurais adentrarem na mata com o intuito de caçar ou buscarem coisas que necessitam como; ervas, cascas de arvores, sementes, etc. Um grupo de amigos estavam se utilizando deste costume.

            Aqueles jovens caminhavam em grupo abrindo caminho na mata, sem separar- se em nenhum momento e em total alerta com os ruídos e movimentos que surgiam, pois nunca se sabe o que pode vir a acontecer num lugar tão imprevisível como o interior de uma floresta ainda tão selvagem. Não querer se afastar do grupo não é somente comum como também uma medida de segurança em razão do lugar por onde se estava andando, porem um deles escuta um som convidativo, desviando o seu caminho dos restantes, até que o som escutado por ele o leva até uma grande árvore, que em sua base larga existia uma abertura que era possível visualizar uma bela cidade de ruas limpas e calmas, casas belas e bem estruturadas e paisagem magnifica.

            Ele sente uma enorme vontade de visitar essa cidade e caminha lentamente em direção a ela, ou melhor, em direção a aquela passagem na base da arvore, enquanto os amigos dele percebem a sua ausência e começam a procura-lo até ouvirem também aquele mesmo som e caminhar em direção a fonte daquele ruído no intuito de achar o  amigo perdido no mesmo lugar de onde estava sendo criado o som.

            Ao se aproximarem, visualizam uma sena medonha, o seu amigo desaparecido caminhando lentamente em direção a uma cobra o aguardando de boca aberta numa abertura na base de uma arvore grande e de circunferência avantajada. Em pânico eles golpeiam a enorme serpente com terçados, matando a mesma e tirando assim o amigo do assustador transe.

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Mesmo que você esteja acostumado em efetuar qualquer atividade o inesperado sempre pode ocorrer!



Autor: Leonardo Victor

Elevador para outro mundo

Esse é para quem quer conhecer outro mundo através de um instrumento moderno.


O que você precisa: um prédio com 10 andares ou mais com um elevador.



    Entre no elevador sozinho (o elevador deve estar vazio também).

    Quando entrar no elevador, siga a ordem: 4ª andar > 2º andar > 10º andar (se alguém entrar no elevador em algum desses andares, o ritual será desfeito).

    Quando você chegar ao 10ª, pressione o botão do 5º andar sem sair.

    Quando você chegar no 5º andar, uma mulher jovem vai entrar e irá acompanhá-lo no elevador. (Não fale com ela)

    Depois que a mulher entrar, pressione o botão do 1 º andar.

    Depois de pressionar o botão do 1 º andar, o elevador vai levá-lo até o 10 º andar, em vez de levá-lo para o chão. (Você poderá apertar os botões dos outros andares, assim você não completará o ritual, mas também essa será a sua última chance de desistir do mesmo). 



Há apenas uma maneira de verificar se você foi bem sucedido no ritual ou não; O mundo que você chegou deve ter apenas uma pessoa – ou seja, você. Eu não sei o que acontece depois que você chega lá. Mas posso dizer uma coisa, a mulher que entra no elevador no 5 º andar não é humana.

Se caso você fizer e der certo comente aqui a sua experiência quando volto, e se caso você não voltar, dê um jeito de enviar o comentário de lá de ode vc estiver OK!

E se caso você tem preguiça de ler, não fique triste, temos um vídeo narrando esse ritual. É só dá o play!

O CÃO


Um homem trabalhava de vigia numa construção de casas populares, sai de casa todos os dias que vai trabalhar sempre no mesmo horário e tem que passar por muitos trechos escuros.

            Em um certo dia, tudo era normal, exceto por um cão afoito tentando abrir uma sacola plástica que parecia ter somente lixo no seu interior. Não era por conta de ter um cão tentando comer lixo naquele lugar, mas sim na inquietação que aquele animal causou-lhe. De repente escuta um choro baixo e assustado de uma criança muito pequena, um choro que parecia mais um mio de um gato.

            O vigia logo percebe que a criança estava naquela sacola que o cão estava tentando abrir, ao se aproximar, o cão não fugiu nem mesmo se afastou como normalmente os cães de rua fazem, pelo contrario, o atacou e não deixou que ninguém se aproximasse da sacola contendo a criança. Logo chega ajuda para afastar o cão e salvar a criança.

            Deu trabalho, mas o cão enfim foi vencido por aquelas pessoas e a criança levada a um hospital, era um recém-nascido que a mãe possivelmente teria abandonado após o parto.

            Aquele vigia passou a ver aquele cachorro a espreita, o observando, como se esperasse o momento certo para tentar algo contra ele, aquele cão negro de pelos rebeldes e olhos vibrantes no meio da escuridão da noite. Passados alguns meses vendo aquele cachorro e beirando a loucura, resolve ir a igreja, é bom se apegar a religião nesses momentos e lá o pastor lhe diz que aquele cão estava o perseguindo por conta de uma oferenda que ele não pôde ingerir para concluir um pacto proposto pela mãe do bebê salvo a alguns meses anteriores.

            Será que o cão em fim deixou o vigia em paz depois que o pastor orou por ele ou continua a atormenta-lo até hoje?

            Bem, disso eu não sei, então porque não perguntamos a ele!



Autor: Leonardo Victor

sábado, 15 de novembro de 2014

UMA HISTORIA SOBRE O TAJÁ

A PLANTA QUE ESPREITA
            Todos conhecem uma linda historia de amor indígena que fez brotar uma nova planta que chamaram de tamba-tajá. Mas será que você conhece a outra historia da “Tajá”, se você não conhece, mas tá afim de saber continue lendo e você saberá por que há pessoas que a chamam de índio de cocora!
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            Há muito tempo numa tribo indígena havia um índio que a todas as mulheres da tribo agradava exceto uma que não via grande atrativo nele. Mas parecia haver uma controversa, o índio Coronovi-tataja sempre sonhou em ter aquela bela índia para si, aquela que era a única a não quere-lo.
            Ele começou a observa-la escondido a bela índia nos afazeres diários. E no ponto mais auto de sua louca obsessão não queria mais se alimentar ou dormir, somente o que desejava era continuar ali escondido observando a causa de sua loucura, a índia nunca o viu naquele lugar parado de olho nela.
            Num certo dia ele morre e as folhas das arvores mais as chuvas fazem com que seu corpo seja engolido pela terra e tempos depois a índia observa nascer uma planta e crescer com grandes folhas roxas escuras e de formato triangular se assemelhando a um coração, mas era a noite que ela via debaixo da planta aquele mesmo índio a quem desprezava acocado a observando fixamente, escondido e protegido do sereno da noite e das chuvas rotineiras pelas enormes folhas roxas.
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Atenção: essa historia sofre diversas modificações por conta da sua disseminação ser feita boca a boca. Há quem diga que essa planta também é morada de um grande cachorro negro que salta para fora das folhas durante o período da noite e esconde-se dentro delas durante o dia, mas essa historia cotaremos depois.

Autor: Leonardo Victor