domingo, 26 de junho de 2016

Noite no monte calvo

um desenho que a maioria das pessoas assistiu quando criança, mas o que você não deve ter percebido o que mostra seu conteúdo, contudo vale a pena a nostalgia de assisti-lo novamente.

satanismo na disney

Uma série de 5 vídeos que mostrará como está sendo difundido o satanismo na Disney, por meio de simbolismos e mensagens ocultas em seus desenhos.

Vídeo 1/5
 

Vídeo 2/5

 

Vídeo 3/5

 

Vídeo 4/5

 

Vídeo 5/5

o caso das cartas alíce




Os mistérios sempre cercam nossas mentes quando tratamos de casos suspeitos, perguntas entram em nossas mentes; será verdade ou será algo inventado? Como pode alguém ter coragem de fazer certas coisas? Bem essa são algumas perguntas que formam em nossas cabeças. O caso Alice (sacrifício humano), sendo um dos mais intrigantes casos de todo Japão, ainda permanece cheio de dúvidas. De 1999-2005, aconteceu uma série de cinco assassinatos, que não teriam relação nenhuma entre si se não fosse por uma carta à polícia que o assassino deixava na cena do crime. Ele deixava uma carta de baralho (O tipo de carta variava com o crime) em cada local, com o nome “Alice” escrito com o sangue da vítima.

Poucas pistas foram encontradas, e eventualmente o caso foi trancado.


Sasaki Megumi:



A primeira vítima foi Sasaki Megumi, uma moça de 29 anos, dona de um restaurante.

Aqueles que a conheciam, descreviam Megumi como uma moça de temperamento curto e uma língua afiada quando lidava com os empregados. Ela era bem conhecida pelos seus clientes graças à sua dedicação ao trabalho e excelente comida. Fora do ambiente de trabalho, Megumi era muito sociável e ia à muitas festas.

E foi depois de uma destas festas que ela desapareceu. Megumi decidiu voltar para casa à pé, sendo que estava na casa de um amigo que ficava há apenas uma quadra de distância, e ela estava um tanto quanto bêbada para dirigir. Algumas pessoas lhe ofereceram carona, mas ela negou. Megumi foi vista saíndo da festa à uma da manhã, e foi a última vez que ela foi vista com vida.

Na manhã seguinte, um casal passeando pelo bosque, que ficava há um quilômetro de distância da casa de Megumi, viu uma trilha de sangue em um caminho pouco usado do bosque. Curioso, o casal seguiu a trilha, e encontraram o corpo de Megumi. Ela foi esquartejada, e seus membros foram empalados em galhos de árvores. O casal chamou a polícia.

Foram os policiais que encontraram a carta de baralho, enfiada na boca de Megumi. Era um Valete de Espadas, com a palavra “Alice” escrito, como mencionado anteriormente.

Não havia impressões digitais, nem DNA na cena do crime. Havia vômito no local, mas a mulher do casal revelou ser dela.


Yamane Akio:

Yamane Akio era um vocalista pouco conhecido de uma banda que não tocava em outros lugares além de bares. Seus amigos o descreviam como uma pessoa carinhosa, que nunca levantava a voz para os outros fora dos palcos. Depois de sua morte, a banda acabou, não tendo coragem de encontrar um novo vocalista.

Akio foi levado de seu apartamento em 11 de Fevereiro de 2001. Seus colegas de banda foram as últimas pessoas a vê-lo com vida, já que ensaiaram com ele mais cedo no mesmo dia.

Naquela noite, sua namorada foi visitá-lo, e ficou surpresa em encontrar a casa vazia. Nos dias que se seguiram, Akio foi dado como desaparecido, e uma busca por ele começou.

A câmera de segurança do prédio mostrou uma figura encapuzada entrando por uma porta lateral, saíndo algum tempo depois com um grande saco de lixo de formato estranho. Essa misteriosa pessoa nunca foi encontrada, e ninguém a vira pessoalmente no dia do sequestro. Acredita-se que esse homem seja o assassino, mas seu rosto nunca apareceu nas filmagens da câmera, impossibilitando seu reconhecimento.

Na semana seguinte, o dono do bar “Yoshida’s” (Onde a banda constantemente tocava) estava abrindo o local quando se deparou com uma cena horrenda. Jogado sobre uma mesa, estava o corpo de Akio. Suas cordas vocais foram arrancadas de sua garganta, e ele havia levado um tiro na cabeça. Sua carta de “Alice” era um Rei de Ouros e foi encontrada em suas mãos, juntamente com as cordas vocais arrancadas.



Kai Sakura:



A adolescente Kai Sakura tinha a vida toda pela frente. Ela era uma garota doce, e muito amada pelos seus colegas e parentes. Ela queria ir para a faculdade, se tornar uma designer de moda, e faltava apenas uma semana para sua formatura no Ensino Médio quando ela foi sequestrada.

A família de Sakura tentou insistivamente encontrá-la, e toda a cidade ajudou na busca pela garota perdida. Seu corpo foi encontrado dois dias depois, enterrado em uma cova rasa. Não parecia que o assassino queria escondê-la, pelo contrário, ele marcara a cova com a carta “Alice” dela, uma Rainha de Paus. A carta estava presa por um palito no topo da cova.

O corpo de Sakura fora horrivelmente mutilado. Os olhos dela foram arrancados do corpo, a pele esfolada, e a boca cortada. Uma coroa havia sido costurada à sua cabeça, provavelmente enquanto ainda estava viva. Nenhum crime sexual fora cometido, tanto pre- quanto post-mortem.

Juntamente com o corpo de Sakura, havia um bilhete, escrito em uma letra inteligível. O bilhete continha frases desconexas, algumas impossívels de ler. “A morte é um sonho distorcido”, “Ela vai sempre comandar”, e “Ha!Ha! Aqueles que morrem são os sortudos.”, eram algumas das frases que estavam escritas, entre outras. Tentaram reconhecer a letra do assassino, mas sem sucesso.




Oshiro Hayato e Hina:



Estes dois foram as últimas vítimas. Hayato e Hina eram irmãos, e muito próximos.

Hina era a irmã mais velha, e era muito teimosa. Seu irmão mais novo, Hayato, era muito esperto, até pulara uma série na escola, ficando na mesma sala que sua irmã. Os dois raramente brigavam, ao contrário de outros irmãos na mesma idade que eles.

Os dois foram encontrados mortos em suas camas, em 4 de Abril de 2005. A causa da morte foi uma injeção letal. A janela do quarto estava aberta, e deduziu-se que o assassino invadira a casa em silêncio o suficiente para cometer o crime sem acordar os dois, saíndo da casa logo em seguida. Cada criança segurava uma carta de Ás de Copas, que, ao serem colocadas lado a lado, formavam a palavra “Alice”.

Uma pegada lamacenta foi encontrada no carpete, mas estava tão danificada que foi impossível identificá-la. Essa foi a única pista, fora a carta, encontrada no local do crime.

Um ano mais tarde, a mãe de Hayato e Hina cometera suicídio por causa da depressão. O pai deles, que ainda está vivo, faz terapia extensiva para tentar superar a morte de toda sua família. Até este momento, ele se encontra em depressão profunda, sendo fortemente medicado.



Consequências:



Um pouco depois da morte dos irmãos Oshiro, um homem chamado Suzuki Yuuto foi preso pelos assassinatos. Ele era um vagabundo com problemas mentais, que dizia “não se lembrar” onde estava no momento dos assassinatos. O mais absurdo de tudo é que ele foi encontrado usando o casaco que pertencia a Yamane Akio.

Um pouco de sangue que havia na manga deu resultado positivo que era de Akio.

Yuuto, que estava desesperado à esta altura, declarou que um “demônio negro sem rosto” havia lhe dado o casaco.

Yuuto foi liberado quando um abrigo de sem-teto disse que Yuuto ficara por lá na noite do assassinato de Sakura. Como o abrigo ficava longe da casa de Sakura, não havia como Yuuto cometer o crime e voltar para o abrigo sem ser notado

fonte: cultura japão

sábado, 25 de junho de 2016

O Assustador Caso da Chuva Vermelha



Uma estranha chuva de cor vermelha assolou a Índia e intrigou os cientistas na época e ainda vem causando muitas especulações e questionamentos, conheça o caso da chuva vermelha no vídeo abaixo.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Beyocé fazendo ponta na greve dos rodoviários de Belém

Na ultima greve do rodoviários de Belém, Ananindeua e Marituba, a cantora e atriz Beyoncé retirou seu carro da garagem pôs o Jay-z para dirigi-lo e foram ganhar uma ponta fazendo a linha Icoaraci - São Brás.
Um cinegrafista amador filmou quando "Bey" passou anunciando o itinerário que faria com seu charmoso carro.
 Logo abaixo temos o vídeo gravado no momento.
 essas informações não passam de uma brincadeira do blog conexão sem audiência.

sábado, 28 de maio de 2016

a batalha de los angeles


Um objeto voador não identificado apareceu sobre a cidade de Los Angeles em 25 de Fevereiro de 1942 (semanas após o ataque de Pearl Harbor), acionando todos os alertas de invasão aérea da região. Era um enorme objeto desconhecido e, com medo de que fosse alguma tecnologia dos japoneses, os vários canhões de luz do sistema de defesa da cidade focaram na suposta aeronave, e as baterias anti-aéreas despejaram mais de 2.000 projéteis de 5 kg, de grande efeito explosivo. As sirenes de ataque aéreo de todo a região soaram durante a noite inteira, deixando os moradores apavorados com uma possível invasão japonesa. Pelo menos seis pessoas morreram em conseqüência direta do ataque do exército ao UFO que, lenta e despreocupadamente, moveu-se na direção da praia de Long Beach até desaparecer completamente. A foto ao lado mostra o que quase todos os moradores de Los Angeles viram naquela noite.

Agora, mais de 50 anos depois, Steven Lacey revive o caso utilizando as tecnologias disponíveis para lançar novas luzes sobre este mistério. Lacey limpou a imagem utilizando o Photoshop, ampliou-a, aplicou filtros de contraste e brilho até chegar na foto seguinte, que mostra claramente a forma já conhecida pelos ufólogos de um disco voador clássico. 

Segundo Lacey é possível observar, olhando atentamente para os pontos escuros que registram as explosões, que os projéteis não chegaram a fazer contato com a aeronave. Testemunhas disseram para o LA Times que as explosões aconteciam em anéis ao redor da aeronave. E por isso Lacey supõe que a aeronave deveria ter algum tipo de campo de força, semelhante ao das naves espaciais na série de ficção Star Trek. O fato, segundo Lacey, de que uma nave desconhecida voou lenta e calmamente sobre Los Angeles, chamando a atenção de centenas de milhares de testemunhas, sem demonstrar qualquer tipo de dificuldade, enquanto o exército americano tentava com o maior empenho possível derrubá-la é, por si só, uma forte evidência de que a mesma seja alienígena, porque essa tecnologia não existia na época. E mesmo nos dias de hoje ainda é um sonho distante!

Mas a aeronave não era hostil. Ao contrário dos estupefatos militares ela não soltou bombas e nem utilizou qualquer tipo de arma. As mortes aconteceram devido ao próprio ataque do exército. Lacey escreve em seu artigo que não há possibilidade da aeronave, sendo pilotada por algum tipo de inteligência, não ter notado o ataque ao seu redor. Portanto, fica óbvio que, quem quer que fosse o piloto, estava completamente tranqüilo. Suportando o máximo que podíamos fazer contra ele sem demonstrar qualquer sinal de preocupação. Certamente, a tecnologia utilizada para fazer uma nave dessas é muito superior à nossa!

O governo norte-americano informou apenas que a aeronave não era identificada, deixando assim o público assumir que a sua origem era japonesa. Entretanto, o que aconteceria vivêssemos hoje em dia a mesma situação? Lembrando de que agora temos a grande diferença da atuação da mídia de massa e das transmissões ao vivo para todo o mundo? Quantas pessoas concluiriam imediatamente que esta aeronave não poderia ser deste planeta? Para Lacey, não há duvidas de que o objeto desconhecido que voou sobre Los Angeles em 25 de Fevereiro de 1942 era de fato uma aeronave alienígena!
Fonte: Revista  UFO

quarta-feira, 25 de maio de 2016

o mensageiro do futuro e a fotografia amaldiçoada




Há cerca de dois anos, uma fotografia foi encontrada na memória da máquina digital de um rapaz de 18 anos, encontrado morto perto de uma fazenda em Minas Gerais.



Segundo a história, quando o corpo foi encontrado o rapaz estava segurando a máquina fotográfica, com os olhos abertos e com uma pequena marca em sua testa.



A causa da morte até hoje é um mistério. A aparência e detalhes do corpo não chamaram tanto a atenção quanto um bilhete amassado encontrado em seu bolso.



Confira o que dizia o bilhete:



“Não achem que eu sou apenas mais um louco ou alguém que não tem nada de melhor para fazer, pois estou correndo um grande risco de mandar essa mensagem para você.



Olhe, é sua opção acreditar ou não, mas eu sou um visitante de um futuro não tão distante assim. Sim, nós conseguimos visitar o passado, o que é uma coisa realmente incrível. Ver como tudo aconteceu, mas com um olhar diferente.



Para vocês não deve ser difícil de acreditar, mesmo com a tecnologia que possuem. Mas nem tudo é um mar de rosas, existem regras que jamais podem ser quebradas, e eu estou quebrando a principal delas vindo aqui. Nunca se deve conversar com pessoas do passado, e eu vou provavelmente ser morto por quebrar essa regra, mas avisar vocês é mais importante que a minha vida, pois o que vocês passarão é pior que a própria morte. Eu não posso dizer exatamente o que é, contudo eu posso passar uma pequena informação.



Trás para perto de ti aquele sentimento que tinham quando criança sobre aqueles que te observam no escuro.”


Agora leia somente a primeira palavra de cada parágrafo!

terça-feira, 17 de maio de 2016

duas múmias famosas por terem supostamente matado seus descobridores




Otzi, também conhecido como Homem do Gelo, também está sendo chamado de "A múmia assassina". Os restos mortais congelados foram descobertos em 19 de setembro de 1991, por um turista alemão, Helmut Simon, na fronteira montanhosa entre Itália e Àustria, Alpes do Ti.

Otzi, também conhecido como Homem do Gelo, está sendo chamado de "A múmia assassina". O restos mortais congelados foram descobertos em 19 de setembro de 1991, por um turista alemão, Helmut Simon, na fronteira montanhosa entre Itália e Àustria, Alpes do Tirol, na região chamada Vale de Otzi (ou Oetzi), que emprestou o nome à múmia.

A notícia sensacional ocupou manchetes de todo o mundo: o achado tinha cinco mil e trezentos anos de idade e estava em inigualável estado de conservação, tanto o corpo quanto os objetos com ele encontrados, como vestuário e utensílios. Cientistas de todo mundo mobilizaram-se para extrair do cadáver o máximo de informações sobre a vida do homem primitivo da Europa Neolítica.

Os primeiros exames começaram a revelar enigmas intrigantes: as roupas apresentaram manchas de sangue cujo DNA mostrou pertencerem a quatro indivíduos. Além disso, o crânio, submetido a raio X, mostrou fragmentos de pontas de flechas. Concluiu-se que Otzi teve morte violenta, por agressão. Ele morreu aos 46 anos, superando a média de vida de seus contemporâneos. Possuía tatuagens numerosas e intrincadas sugerindo que o Homem do Gelo poderia ser um shaman.

A análise dos objetos encontrados produziu resultados estranhos: as flechas que Otzi portava têm sete mil anos; o machado, dois mil anos e a pele do gorro que usava, nos Alpes, pertence a um tipo de caprino que viveu na China, hoje extinto. Estes fatos tornam-se inexplicáveis diante dos estudos sobre a "geografia da vida" de Otzi. Em 11 de novembro de 2003, o site da BBC online publicava:


Resgate de Otzi, em 1991

"Cientistas identificaram o provável local de nascimento de Otzi, o famoso homem do gelo. O antigo caçador provavelmente passou sua infância no local em que hoje é a vila de Feldthurns, no Tirol do sul, região de fala alemã no norte da Itália. As evidências sugerem que as viagens que ele fez durante sua vida ficaram restritas a 60 km de distância ao sudeste de onde seu corpo foi encontrado.

A múmia congelada de 5.300 anos foi descoberta após o derretimento de uma geleira na fronteira montanhosa entre a Itália e a Áustria em 1991. Desde então, cientistas têm feito estudos detalhados de como ele viveu e morreu. A última pesquisa, publicada na revista Science, observou átomos isotópicos encontrados nos dentes e nos ossos do homem de gelo. Eles foram comparados com exemplares de solo e água de uma vasta região dos Alpes. Minerais da dieta alimentar são depositados no corpo em tempos diferentes - nos dentes, por exemplo, durante a infância, e nos ossos, durante a vida adulta. Isso permitiu com que pesquisadores na Austrália, nos Estados Unidos e na Suíça deduzissem onde Otzi viveu em diferentes fases de sua vida.

O grupo acredita que seus movimentos ficaram restritos a alguns vales em uma distância de 60 km a sudeste de onde o corpo foi encontrado. Ele nunca se movimentou ao norte desse ponto e provavelmente cresceu no vale de Eisack, no sul da região do Tirol. Diversos sítios arqueológicos na área delimitada e ao redor da região foram identificados.

Os cientistas acreditam que Feldthurns é a mais provável região onde o homem do gelo passou sua infância. Um pouco mais tarde, ele foi para o norte, para as montanhas de Vinschgau, antes de viajar para o vale de Otiz, onde morreu, aos 46 anos.

Segundo Alexander Halliday, do Departamento de Ciências da Terra de Zurique, "essa é a primeira vez que alguém faz um estudo detalhado da migração de um ser-humano no passado". Parece que ele viveu a maior parte de sua vida em um vale diferente de onde ele nasceu", acrescentou.


Machado e Gorro ede Otzi: Museo Archeologico dell'Alto Adige, Bolzano (Italia)

A pesquisa revela que o homem do gelo passou sua infância nos vales ao sul dos Alpes, antes de migrar para o norte, já na vida adulta. Uma outra opção aventada é a de que o homem do gelo passou seus verões nas montanhas e os invernos nos vales.Esse é um padrão de migração que começou no período neolítico e ainda está em prática até os dias de hoje." [IN http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/
story/2003/11/031031_icemancl.shtml
]


As limitações físico-espaciais das andanças de Oetzi, tornam muito enigmáticas as características dos objetos com ele encontrados. Partindo do pressuposto de foi um shaman, há teóricos que já cogitam a possibilidade de Oetzi ser um antigo sacerdote pagão, pertencente a algum culto desconhecido e dotado de habilidades sobrenaturais que lhe permitiram viajar no tempo. Admitindo essa hipótese como verdadeira, a todas estas estranhezas, somam-se fatos sugestivos de que a múmia pode estar "enfeitiçada", ou amaldiçoada.

Tal como no caso de das múmias egípcias, em especial à de Tucancamon, Otzi, se era um místico poderoso, tratou de "fechar o corpo" com algum tipo de praga vingadora capaz de aniquilar qualquer um que lhe toque o cadáver. Essas maldições eram comuns entre os místicos da antiguidade mais remota. Fatos subseqüentes à descoberta do corpo permitem considerar que a maldição de Otzi está em atividade causando a morte daqueles que têm lidado com os restos mortais.

A primeira vítima foi o próprio descobridor, Helmut Simon. Ele havia recebido cem mil dólares como prêmio pela descoberta. Radiante, resolveu voltar ao Vale. O tempo estava claro, tudo parecia bem, porém, subitamente, Helmult viu-se envolto em uma imprevista tempestade de neve. Ele morreu congelado. Foi encontrado caído na mesma posição em que Otzi foi descoberto. O chefe da equipe de resgate que localizou Helmut também morreu: ataque cardíaco, uma hora antes do alemão ser enterrado.

Doutor Rainer Henn, que conduziu a perícia no corpo de Otzi, foi o terceiro, vítima fatal de um acidente com seu automóvel quando se dirigia a uma conferência científica dedicada à descoberta do Homem do Gelo. O quarto amaldiçoado foi o montanhista profissional Kurt Fritz, que organizou uma expedição ao "sítio do shaman". Lá chegando, de helicóptero, estando em uma área que ele conhecia perfeitamente, foi surpreendido por uma avalanche e sucumbiu sob a camada de neve. Outro montanhista que o acompanhava, escapou.

O jornalista austríaco, Rainer Heozel, lançou um documentário sobre Otzi: morreu em dois anos vencido por um tumor no cérebro. Konrad Spindler, chefe de um grupo de estudos sobre a múmia na Universidade de Innsbruck e que sabia dos rumores sobre a maldição, morreu aos 66 anos com uma esclerose incontrolável. Mais recentemente, foi a vez de Tom Loy, 63 anos, especialista que estudava o DNA de Otzi, morreu na Austrália de causa desconhecida.

O fenômeno da maldição de Otzi é semelhante ao caso da maldição da múmia de Tutancamon. Em fevereiro de 1923, uma antiga tumba foi aberta no Vale dos Reis, em Luxor, Egito. Os cientistas encontraram o corpo mumificado do jovem faraó e sua máscara mortuária, feita de ouro.

Algum tempo depois da descoberta, o chefe da equipe arqueológica, Lord Carnarvon morreu vitimado por uma moléstia extremamente dolorosa transmitida por mosquito; na época, porém, muitos acreditaram que a causa mortis verdadeira era "a maldição do faraó". Testemunhas acrescentaram que pouco depois da morte de Carnarvon, seu cachorro começou a uivar e gemer morrendo em seguida; a causa é desconhecida. Logo havia rumores de que a maldição era extensiva a todos os membros da equipe arqueológica. Vinte e cinco pessoas, todos europeus, trabalharam no sítio arqueológico; onze jamais entraram nas tumbas.

O pesquisador Mark Nelson, da Universidade Monash da Austrália, decidiu investigar o que aconteceu com os 14 membros daquela expedição que estiveram expostos à suposta maldição. Apurou que haviam morrido bem antes que os outros mas que, entretanto, nada de extraordinário havia nas mortes, satisfatoriamente explicadas. Mark Nelson concluiu que a maldição de Tutancamon era apenas uma superstição.

Entretanto, nem todos pensam assim e fatos, no mínimo coincidências demais, reforçam a teoria da maldição. Além da morte de Lord Carnarvon, há registros de outras mortes com histórico suspeito. No site Egito Online, o seguinte relato, intitulado "A Maldição do Faraó caiu sobre quem profanou sua tumba", informa sobre estas mortes:

"Com manchetes como essa [A Maldição do Faraó caiu sobre quem profanou sua tumba], os jornais da década de 20 vendiam milhares de exemplares, explorando o que parecia ser uma maldição do faraó Tutancâmon. O tesouro seria maldito, e o fantasma do faraó perseguia implacavelmente os responsáveis pela profanação de sua tumba.

A primeira vítima da maldição do faraó seria o próprio Lorde Carnarvon, que morreu em 5 de abril de 1923, no Egito, poucos meses depois da descoberta da tumba. Vitimado por uma infecção, provocada por uma picada de inseto ocorrida quando visitava o túmulo. Morreu em delírio, gritando o nome de Tutancâmon, no momento exato que um black-out inexplicável atingiu a cidade. Pouco tempo depois, seu irmão, o Coronel Aubrey Herbert também morre, e depois, a enfermeira que cuidava de Lorde Carnarvon.

Começava aí, um rastro de morte e terror que se estendia para muito além das areias do Egito: Arthur C. Mace, do Metropolitam
Museum of Art de Nova York; George Benédite, do Louvre de Paris; Richard Bedell, filho de Lorde Westbury. Todos haviam entrado na tumba e encontrado a morte.

A lista continua: Professor Douglas E. Derry; O Doutor Saleh Bey Hamdi, que haviam feito os exames da múmia; Archibald Douglas Reed, que havia feito os Raios-X. Alguns não aguentaram esperar pelo fantasma vingativo do faraó, o egiptólogo Evelyne White, enforcou-se, deixando a mensagem "Pesava sobre mim uma maldição à qual não tenho mais remédio que submeter-me".

Os jornais especulavam, no final, toda a história da descoberta da tumba de Tutancâmon estava repleta de sinais, profetizando as mortes dos profanadores: um dos trabalhadores disse ao escavar o túmulo de Tut-Ankh-Âmon: "Essa gente encontrará ouro e morte"; quando entraram na tumba, na 2ª porta, um aviso de três mil anos: "A morte esmagará com seus golpes a todo aquele que perturbe o sono do faraó".

Um pássaro, que pertencia a Carter, foi morto por uma Naja, e os trabalhadores começaram a ver nesse fato, um sinal que estavam amaldiçoados. Mas, e Howard Carter? Viveu até os 66 anos e, dizem, sua vida nunca mais foi à mesma. Perseguido pela má sorte, nunca mais teve coragem para procurar outros tesouros.

Uma boa coisa acabou acontecendo por causa da suposta maldição, diversos contrabandistas e colecionadores de peças egípcias, devolviam ou doavam aos museus suas coleções, com medo da maldição que se alastrava.

Muito da maldição é só história; se contesta a veracidade do aviso na porta do túmulo, por exemplo. A verdade é que o irmão de Lorde Carnarvon morreu de velhice, e que algumas vítimas do faraó já estavam muito doentes antes da descoberta da tumba. O pânico se alastrou, bastava trabalhar em um museu e morrer para o nome ser automaticamente relacionado com a maldição. Hoje, alguns sustentam a tese da existência de fungos na tumba, lacrada por três mil anos e sem ventilação; ou de algum veneno espalhado pelos antigos sacerdotes nos objetos."