um desenho que a maioria das pessoas assistiu quando criança, mas o que você não deve ter percebido o que mostra seu conteúdo, contudo vale a pena a nostalgia de assisti-lo novamente.
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domingo, 26 de junho de 2016
satanismo na disney
Uma série de 5 vídeos que mostrará como está sendo difundido o satanismo na Disney, por meio de simbolismos e mensagens ocultas em seus desenhos.
Vídeo 1/5
Vídeo 2/5
Vídeo 3/5
Vídeo 4/5
Vídeo 5/5
o caso das cartas alíce
Os mistérios sempre cercam nossas mentes quando tratamos de casos
suspeitos, perguntas entram em nossas mentes; será verdade ou será algo
inventado? Como pode alguém ter coragem de fazer certas coisas? Bem essa são
algumas perguntas que formam em nossas cabeças. O caso Alice (sacrifício
humano), sendo um dos mais intrigantes casos de todo Japão, ainda permanece
cheio de dúvidas. De 1999-2005, aconteceu uma série de cinco assassinatos, que
não teriam relação nenhuma entre si se não fosse por uma carta à polícia que o
assassino deixava na cena do crime. Ele deixava uma carta de baralho (O tipo de
carta variava com o crime) em cada local, com o nome “Alice” escrito com o
sangue da vítima.
Poucas pistas foram encontradas, e eventualmente o caso foi trancado.
Sasaki Megumi:
A primeira vítima foi Sasaki Megumi, uma moça de 29 anos, dona de um
restaurante.
Aqueles que a conheciam, descreviam Megumi como uma moça de temperamento
curto e uma língua afiada quando lidava com os empregados. Ela era bem
conhecida pelos seus clientes graças à sua dedicação ao trabalho e excelente
comida. Fora do ambiente de trabalho, Megumi era muito sociável e ia à muitas
festas.
E foi depois de uma destas festas que ela desapareceu. Megumi decidiu
voltar para casa à pé, sendo que estava na casa de um amigo que ficava há
apenas uma quadra de distância, e ela estava um tanto quanto bêbada para
dirigir. Algumas pessoas lhe ofereceram carona, mas ela negou. Megumi foi vista
saíndo da festa à uma da manhã, e foi a última vez que ela foi vista com vida.
Na manhã seguinte, um casal passeando pelo bosque, que ficava há um
quilômetro de distância da casa de Megumi, viu uma trilha de sangue em um
caminho pouco usado do bosque. Curioso, o casal seguiu a trilha, e encontraram
o corpo de Megumi. Ela foi esquartejada, e seus membros foram empalados em
galhos de árvores. O casal chamou a polícia.
Foram os policiais que encontraram a carta de baralho, enfiada na boca
de Megumi. Era um Valete de Espadas, com a palavra “Alice” escrito, como
mencionado anteriormente.
Não havia impressões digitais, nem DNA na cena do crime. Havia vômito no
local, mas a mulher do casal revelou ser dela.
Yamane Akio:
Yamane Akio era um vocalista pouco conhecido de uma banda
que não tocava em outros lugares além de bares. Seus amigos o descreviam como
uma pessoa carinhosa, que nunca levantava a voz para os outros fora dos palcos.
Depois de sua morte, a banda acabou, não tendo coragem de encontrar um novo vocalista.
Akio foi levado de seu apartamento em 11 de Fevereiro de 2001. Seus
colegas de banda foram as últimas pessoas a vê-lo com vida, já que ensaiaram
com ele mais cedo no mesmo dia.
Naquela noite, sua namorada foi visitá-lo, e ficou surpresa em encontrar
a casa vazia. Nos dias que se seguiram, Akio foi dado como desaparecido, e uma
busca por ele começou.
A câmera de segurança do prédio mostrou uma figura encapuzada entrando
por uma porta lateral, saíndo algum tempo depois com um grande saco de lixo de
formato estranho. Essa misteriosa pessoa nunca foi encontrada, e ninguém a vira
pessoalmente no dia do sequestro. Acredita-se que esse homem seja o assassino,
mas seu rosto nunca apareceu nas filmagens da câmera, impossibilitando seu
reconhecimento.
Na semana seguinte, o dono do bar “Yoshida’s” (Onde a banda
constantemente tocava) estava abrindo o local quando se deparou com uma cena
horrenda. Jogado sobre uma mesa, estava o corpo de Akio. Suas cordas vocais
foram arrancadas de sua garganta, e ele havia levado um tiro na cabeça. Sua
carta de “Alice” era um Rei de Ouros e foi encontrada em suas mãos, juntamente
com as cordas vocais arrancadas.
Kai Sakura:
A adolescente Kai Sakura tinha a vida toda pela frente. Ela era uma
garota doce, e muito amada pelos seus colegas e parentes. Ela queria ir para a
faculdade, se tornar uma designer de moda, e faltava apenas uma semana para sua
formatura no Ensino Médio quando ela foi sequestrada.
A família de Sakura tentou insistivamente encontrá-la, e toda a cidade
ajudou na busca pela garota perdida. Seu corpo foi encontrado dois dias depois,
enterrado em uma cova rasa. Não parecia que o assassino queria escondê-la, pelo
contrário, ele marcara a cova com a carta “Alice” dela, uma Rainha de Paus. A
carta estava presa por um palito no topo da cova.
O corpo de Sakura fora horrivelmente mutilado. Os olhos dela foram
arrancados do corpo, a pele esfolada, e a boca cortada. Uma coroa havia sido
costurada à sua cabeça, provavelmente enquanto ainda estava viva. Nenhum crime
sexual fora cometido, tanto pre- quanto post-mortem.
Juntamente com o corpo de Sakura, havia um bilhete, escrito em uma letra
inteligível. O bilhete continha frases desconexas, algumas impossívels de ler.
“A morte é um sonho distorcido”, “Ela vai sempre comandar”, e “Ha!Ha! Aqueles
que morrem são os sortudos.”, eram algumas das frases que estavam escritas,
entre outras. Tentaram reconhecer a letra do assassino, mas sem sucesso.
Oshiro Hayato e Hina:
Estes dois foram as últimas vítimas. Hayato e Hina eram irmãos, e muito
próximos.
Hina era a irmã mais velha, e era muito teimosa. Seu irmão mais novo,
Hayato, era muito esperto, até pulara uma série na escola, ficando na mesma
sala que sua irmã. Os dois raramente brigavam, ao contrário de outros irmãos na
mesma idade que eles.
Os dois foram encontrados mortos em suas camas, em 4 de Abril de 2005. A
causa da morte foi uma injeção letal. A janela do quarto estava aberta, e
deduziu-se que o assassino invadira a casa em silêncio o suficiente para
cometer o crime sem acordar os dois, saíndo da casa logo em seguida. Cada
criança segurava uma carta de Ás de Copas, que, ao serem colocadas lado a lado,
formavam a palavra “Alice”.
Uma pegada lamacenta foi encontrada no carpete, mas estava tão
danificada que foi impossível identificá-la. Essa foi a única pista, fora a
carta, encontrada no local do crime.
Um ano mais tarde, a mãe de Hayato e Hina cometera suicídio por causa da
depressão. O pai deles, que ainda está vivo, faz terapia extensiva para tentar
superar a morte de toda sua família. Até este momento, ele se encontra em
depressão profunda, sendo fortemente medicado.
Consequências:
Um pouco depois da morte dos irmãos Oshiro, um homem chamado Suzuki
Yuuto foi preso pelos assassinatos. Ele era um vagabundo com problemas mentais,
que dizia “não se lembrar” onde estava no momento dos assassinatos. O mais
absurdo de tudo é que ele foi encontrado usando o casaco que pertencia a Yamane
Akio.
Um pouco de sangue que havia na manga deu resultado positivo que era de
Akio.
Yuuto, que estava desesperado à esta altura, declarou que um “demônio
negro sem rosto” havia lhe dado o casaco.
Yuuto foi liberado quando um abrigo de sem-teto disse que Yuuto ficara
por lá na noite do assassinato de Sakura. Como o abrigo ficava longe da casa de
Sakura, não havia como Yuuto cometer o crime e voltar para o abrigo sem ser
notado
fonte: cultura japão
sábado, 25 de junho de 2016
O Assustador Caso da Chuva Vermelha
Uma estranha chuva de cor vermelha assolou a Índia e intrigou os cientistas na época e ainda vem causando muitas especulações e questionamentos, conheça o caso da chuva vermelha no vídeo abaixo.
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sexta-feira, 10 de junho de 2016
a batalha de los angeles - casos estranhos R.I.
assista o vídeo que antes da finalização tava meio bom e depois que o programa concluiu o processo ficou meio bosta!
segunda-feira, 6 de junho de 2016
Beyocé fazendo ponta na greve dos rodoviários de Belém
Na ultima greve do rodoviários de Belém, Ananindeua e Marituba, a cantora e atriz Beyoncé retirou seu carro da garagem pôs o Jay-z para dirigi-lo e foram ganhar uma ponta fazendo a linha Icoaraci - São Brás.
Um cinegrafista amador filmou quando "Bey" passou anunciando o itinerário que faria com seu charmoso carro.
Logo abaixo temos o vídeo gravado no momento.
essas informações não passam de uma brincadeira do blog conexão sem audiência.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Contos e creeps - a mensagem do futuro
Você tem coragem de recebe-la?
sábado, 28 de maio de 2016
a batalha de los angeles
Um objeto voador não identificado apareceu
sobre a cidade de Los Angeles em 25 de Fevereiro de 1942 (semanas após o
ataque de Pearl Harbor), acionando todos os alertas de invasão aérea da
região. Era um enorme objeto desconhecido e, com medo de que fosse
alguma tecnologia dos japoneses, os vários canhões de luz do sistema de
defesa da cidade focaram na suposta aeronave, e as baterias anti-aéreas
despejaram mais de 2.000 projéteis de 5 kg, de grande efeito explosivo.
As sirenes de ataque aéreo de todo a região soaram durante a noite
inteira, deixando os moradores apavorados com uma possível invasão
japonesa. Pelo menos seis pessoas morreram em conseqüência direta do
ataque do exército ao UFO que, lenta e despreocupadamente, moveu-se na
direção da praia de Long Beach até desaparecer completamente. A foto ao
lado mostra o que quase todos os moradores de Los Angeles viram naquela
noite.
Agora, mais de 50 anos depois, Steven Lacey revive o caso utilizando as tecnologias disponíveis para lançar novas luzes sobre este mistério. Lacey limpou a imagem utilizando o Photoshop, ampliou-a, aplicou filtros de contraste e brilho até chegar na foto seguinte, que mostra claramente a forma já conhecida pelos ufólogos de um disco voador clássico.
Agora, mais de 50 anos depois, Steven Lacey revive o caso utilizando as tecnologias disponíveis para lançar novas luzes sobre este mistério. Lacey limpou a imagem utilizando o Photoshop, ampliou-a, aplicou filtros de contraste e brilho até chegar na foto seguinte, que mostra claramente a forma já conhecida pelos ufólogos de um disco voador clássico.
Segundo Lacey é possível observar, olhando atentamente para os pontos
escuros que registram as explosões, que os projéteis não chegaram a
fazer contato com a aeronave. Testemunhas disseram para o LA Times que
as explosões aconteciam em anéis ao redor da aeronave. E por isso Lacey
supõe que a aeronave deveria ter algum tipo de campo de força,
semelhante ao das naves espaciais na série de ficção Star Trek. O fato,
segundo Lacey, de que uma nave desconhecida voou lenta e calmamente
sobre Los Angeles, chamando a atenção de centenas de milhares de
testemunhas, sem demonstrar qualquer tipo de dificuldade, enquanto o
exército americano tentava com o maior empenho possível derrubá-la é,
por si só, uma forte evidência de que a mesma seja alienígena, porque
essa tecnologia não existia na época. E mesmo nos dias de hoje ainda é
um sonho distante!
Mas a aeronave não era hostil. Ao contrário dos estupefatos militares ela não soltou bombas e nem utilizou qualquer tipo de arma. As mortes aconteceram devido ao próprio ataque do exército. Lacey escreve em seu artigo que não há possibilidade da aeronave, sendo pilotada por algum tipo de inteligência, não ter notado o ataque ao seu redor. Portanto, fica óbvio que, quem quer que fosse o piloto, estava completamente tranqüilo. Suportando o máximo que podíamos fazer contra ele sem demonstrar qualquer sinal de preocupação. Certamente, a tecnologia utilizada para fazer uma nave dessas é muito superior à nossa!
O governo norte-americano informou apenas que a aeronave não era identificada, deixando assim o público assumir que a sua origem era japonesa. Entretanto, o que aconteceria vivêssemos hoje em dia a mesma situação? Lembrando de que agora temos a grande diferença da atuação da mídia de massa e das transmissões ao vivo para todo o mundo? Quantas pessoas concluiriam imediatamente que esta aeronave não poderia ser deste planeta? Para Lacey, não há duvidas de que o objeto desconhecido que voou sobre Los Angeles em 25 de Fevereiro de 1942 era de fato uma aeronave alienígena!
Mas a aeronave não era hostil. Ao contrário dos estupefatos militares ela não soltou bombas e nem utilizou qualquer tipo de arma. As mortes aconteceram devido ao próprio ataque do exército. Lacey escreve em seu artigo que não há possibilidade da aeronave, sendo pilotada por algum tipo de inteligência, não ter notado o ataque ao seu redor. Portanto, fica óbvio que, quem quer que fosse o piloto, estava completamente tranqüilo. Suportando o máximo que podíamos fazer contra ele sem demonstrar qualquer sinal de preocupação. Certamente, a tecnologia utilizada para fazer uma nave dessas é muito superior à nossa!
O governo norte-americano informou apenas que a aeronave não era identificada, deixando assim o público assumir que a sua origem era japonesa. Entretanto, o que aconteceria vivêssemos hoje em dia a mesma situação? Lembrando de que agora temos a grande diferença da atuação da mídia de massa e das transmissões ao vivo para todo o mundo? Quantas pessoas concluiriam imediatamente que esta aeronave não poderia ser deste planeta? Para Lacey, não há duvidas de que o objeto desconhecido que voou sobre Los Angeles em 25 de Fevereiro de 1942 era de fato uma aeronave alienígena!
Fonte: Revista UFO
quarta-feira, 25 de maio de 2016
o mensageiro do futuro e a fotografia amaldiçoada
Há cerca de dois anos, uma fotografia foi encontrada na memória da
máquina digital de um rapaz de 18 anos, encontrado morto perto de uma fazenda
em Minas Gerais.
Segundo a história, quando o corpo foi encontrado o rapaz estava
segurando a máquina fotográfica, com os olhos abertos e com uma pequena marca
em sua testa.
A causa da morte até hoje é um mistério. A aparência e detalhes do corpo
não chamaram tanto a atenção quanto um bilhete amassado encontrado em seu
bolso.
“Não achem que eu sou apenas mais um louco ou alguém que não tem nada de
melhor para fazer, pois estou correndo um grande risco de mandar essa mensagem
para você.
Olhe, é sua opção acreditar ou não, mas eu sou um visitante de um futuro
não tão distante assim. Sim, nós conseguimos visitar o passado, o que é uma
coisa realmente incrível. Ver como tudo aconteceu, mas com um olhar diferente.
Para vocês não deve ser difícil de acreditar, mesmo com a tecnologia que
possuem. Mas nem tudo é um mar de rosas, existem regras que jamais podem ser
quebradas, e eu estou quebrando a principal delas vindo aqui. Nunca se deve
conversar com pessoas do passado, e eu vou provavelmente ser morto por quebrar
essa regra, mas avisar vocês é mais importante que a minha vida, pois o que
vocês passarão é pior que a própria morte. Eu não posso dizer exatamente o que
é, contudo eu posso passar uma pequena informação.
Trás para perto de ti aquele sentimento que tinham quando criança sobre
aqueles que te observam no escuro.”
terça-feira, 17 de maio de 2016
duas múmias famosas por terem supostamente matado seus descobridores
Otzi, também conhecido como Homem
do Gelo, também está sendo chamado de "A múmia assassina". Os restos
mortais congelados foram descobertos em 19 de setembro de 1991, por um turista
alemão, Helmut Simon, na fronteira montanhosa entre Itália e Àustria, Alpes do
Ti.
Otzi, também conhecido como Homem
do Gelo, está sendo chamado de "A múmia assassina". O restos mortais
congelados foram descobertos em 19 de setembro de 1991, por um turista alemão,
Helmut Simon, na fronteira montanhosa entre Itália e Àustria, Alpes do Tirol,
na região chamada Vale de Otzi (ou Oetzi), que emprestou o nome à múmia.
A notícia sensacional ocupou
manchetes de todo o mundo: o achado tinha cinco mil e trezentos anos de idade e
estava em inigualável estado de conservação, tanto o corpo quanto os objetos
com ele encontrados, como vestuário e utensílios. Cientistas de todo mundo mobilizaram-se
para extrair do cadáver o máximo de informações sobre a vida do homem primitivo
da Europa Neolítica.
Os primeiros exames começaram a
revelar enigmas intrigantes: as roupas apresentaram manchas de sangue cujo DNA
mostrou pertencerem a quatro indivíduos. Além disso, o crânio, submetido a raio
X, mostrou fragmentos de pontas de flechas. Concluiu-se que Otzi teve morte
violenta, por agressão. Ele morreu aos 46 anos, superando a média de vida de
seus contemporâneos. Possuía tatuagens numerosas e intrincadas sugerindo que o
Homem do Gelo poderia ser um shaman.
A análise dos objetos encontrados
produziu resultados estranhos: as flechas que Otzi portava têm sete mil anos; o
machado, dois mil anos e a pele do gorro que usava, nos Alpes, pertence a um
tipo de caprino que viveu na China, hoje extinto. Estes fatos tornam-se
inexplicáveis diante dos estudos sobre a "geografia da vida" de Otzi.
Em 11 de novembro de 2003, o site da BBC online publicava:
Resgate de Otzi, em 1991
"Cientistas identificaram o
provável local de nascimento de Otzi, o famoso homem do gelo. O antigo caçador
provavelmente passou sua infância no local em que hoje é a vila de Feldthurns,
no Tirol do sul, região de fala alemã no norte da Itália. As evidências sugerem
que as viagens que ele fez durante sua vida ficaram restritas a 60 km de
distância ao sudeste de onde seu corpo foi encontrado.
A múmia congelada de 5.300 anos
foi descoberta após o derretimento de uma geleira na fronteira montanhosa entre
a Itália e a Áustria em 1991. Desde então, cientistas têm feito estudos
detalhados de como ele viveu e morreu. A última pesquisa, publicada na revista
Science, observou átomos isotópicos encontrados nos dentes e nos ossos do homem
de gelo. Eles foram comparados com exemplares de solo e água de uma vasta
região dos Alpes. Minerais da dieta alimentar são depositados no corpo em
tempos diferentes - nos dentes, por exemplo, durante a infância, e nos ossos,
durante a vida adulta. Isso permitiu com que pesquisadores na Austrália, nos
Estados Unidos e na Suíça deduzissem onde Otzi viveu em diferentes fases de sua
vida.
O grupo acredita que seus
movimentos ficaram restritos a alguns vales em uma distância de 60 km a sudeste
de onde o corpo foi encontrado. Ele nunca se movimentou ao norte desse ponto e provavelmente
cresceu no vale de Eisack, no sul da região do Tirol. Diversos sítios
arqueológicos na área delimitada e ao redor da região foram identificados.
Os cientistas acreditam que
Feldthurns é a mais provável região onde o homem do gelo passou sua infância.
Um pouco mais tarde, ele foi para o norte, para as montanhas de Vinschgau,
antes de viajar para o vale de Otiz, onde morreu, aos 46 anos.
Segundo Alexander Halliday, do
Departamento de Ciências da Terra de Zurique, "essa é a primeira vez que
alguém faz um estudo detalhado da migração de um ser-humano no passado".
Parece que ele viveu a maior parte de sua vida em um vale diferente de onde ele
nasceu", acrescentou.
Machado e Gorro ede Otzi: Museo Archeologico dell'Alto Adige, Bolzano (Italia)
A pesquisa revela que o homem do
gelo passou sua infância nos vales ao sul dos Alpes, antes de migrar para o
norte, já na vida adulta. Uma outra opção aventada é a de que o homem do gelo
passou seus verões nas montanhas e os invernos nos vales.Esse é um padrão de
migração que começou no período neolítico e ainda está em prática até os dias
de hoje." [IN http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/
story/2003/11/031031_icemancl.shtml]
story/2003/11/031031_icemancl.shtml]
As limitações físico-espaciais das andanças de Oetzi, tornam muito enigmáticas as características dos objetos com ele encontrados. Partindo do pressuposto de foi um shaman, há teóricos que já cogitam a possibilidade de Oetzi ser um antigo sacerdote pagão, pertencente a algum culto desconhecido e dotado de habilidades sobrenaturais que lhe permitiram viajar no tempo. Admitindo essa hipótese como verdadeira, a todas estas estranhezas, somam-se fatos sugestivos de que a múmia pode estar "enfeitiçada", ou amaldiçoada.
Tal como no caso de das múmias
egípcias, em especial à de Tucancamon, Otzi, se era um místico poderoso, tratou
de "fechar o corpo" com algum tipo de praga vingadora capaz de
aniquilar qualquer um que lhe toque o cadáver. Essas maldições eram comuns
entre os místicos da antiguidade mais remota. Fatos subseqüentes à descoberta
do corpo permitem considerar que a maldição de Otzi está em atividade causando
a morte daqueles que têm lidado com os restos mortais.
A primeira vítima foi o próprio
descobridor, Helmut Simon. Ele havia recebido cem mil dólares como prêmio pela
descoberta. Radiante, resolveu voltar ao Vale. O tempo estava claro, tudo
parecia bem, porém, subitamente, Helmult viu-se envolto em uma imprevista
tempestade de neve. Ele morreu congelado. Foi encontrado caído na mesma posição
em que Otzi foi descoberto. O chefe da equipe de resgate que localizou Helmut
também morreu: ataque cardíaco, uma hora antes do alemão ser enterrado.
Doutor Rainer Henn, que conduziu
a perícia no corpo de Otzi, foi o terceiro, vítima fatal de um acidente com seu
automóvel quando se dirigia a uma conferência científica dedicada à descoberta
do Homem do Gelo. O quarto amaldiçoado foi o montanhista profissional Kurt
Fritz, que organizou uma expedição ao "sítio do shaman". Lá chegando,
de helicóptero, estando em uma área que ele conhecia perfeitamente, foi
surpreendido por uma avalanche e sucumbiu sob a camada de neve. Outro
montanhista que o acompanhava, escapou.
O jornalista austríaco, Rainer
Heozel, lançou um documentário sobre Otzi: morreu em dois anos vencido por um
tumor no cérebro. Konrad Spindler, chefe de um grupo de estudos sobre a múmia
na Universidade de Innsbruck e que sabia dos rumores sobre a maldição, morreu
aos 66 anos com uma esclerose incontrolável. Mais recentemente, foi a vez de
Tom Loy, 63 anos, especialista que estudava o DNA de Otzi, morreu na Austrália
de causa desconhecida.
O fenômeno da maldição de Otzi é
semelhante ao caso da maldição da múmia de Tutancamon. Em fevereiro de 1923,
uma antiga tumba foi aberta no Vale dos Reis, em Luxor, Egito. Os cientistas
encontraram o corpo mumificado do jovem faraó e sua máscara mortuária, feita de
ouro.
Algum tempo depois da descoberta,
o chefe da equipe arqueológica, Lord Carnarvon morreu vitimado por uma moléstia
extremamente dolorosa transmitida por mosquito; na época, porém, muitos
acreditaram que a causa mortis verdadeira era "a maldição do faraó".
Testemunhas acrescentaram que pouco depois da morte de Carnarvon, seu cachorro
começou a uivar e gemer morrendo em seguida; a causa é desconhecida. Logo havia
rumores de que a maldição era extensiva a todos os membros da equipe
arqueológica. Vinte e cinco pessoas, todos europeus, trabalharam no sítio
arqueológico; onze jamais entraram nas tumbas.
O pesquisador Mark Nelson, da
Universidade Monash da Austrália, decidiu investigar o que aconteceu com os 14
membros daquela expedição que estiveram expostos à suposta maldição. Apurou que
haviam morrido bem antes que os outros mas que, entretanto, nada de
extraordinário havia nas mortes, satisfatoriamente explicadas. Mark Nelson
concluiu que a maldição de Tutancamon era apenas uma superstição.
Entretanto, nem todos pensam
assim e fatos, no mínimo coincidências demais, reforçam a teoria da maldição.
Além da morte de Lord Carnarvon, há registros de outras mortes com histórico
suspeito. No site Egito Online, o seguinte relato, intitulado "A Maldição
do Faraó caiu sobre quem profanou sua tumba", informa sobre estas mortes:
"Com manchetes como essa [A
Maldição do Faraó caiu sobre quem profanou sua tumba], os jornais da década de
20 vendiam milhares de exemplares, explorando o que parecia ser uma maldição do
faraó Tutancâmon. O tesouro seria maldito, e o fantasma do faraó perseguia
implacavelmente os responsáveis pela profanação de sua tumba.
A primeira vítima da maldição do
faraó seria o próprio Lorde Carnarvon, que morreu em 5 de abril de 1923, no
Egito, poucos meses depois da descoberta da tumba. Vitimado por uma infecção,
provocada por uma picada de inseto ocorrida quando visitava o túmulo. Morreu em
delírio, gritando o nome de Tutancâmon, no momento exato que um black-out
inexplicável atingiu a cidade. Pouco tempo depois, seu irmão, o Coronel Aubrey
Herbert também morre, e depois, a enfermeira que cuidava de Lorde Carnarvon.
Começava aí, um rastro de morte e
terror que se estendia para muito além das areias do Egito: Arthur C. Mace, do
Metropolitam
Museum of Art de Nova York; George Benédite, do Louvre de Paris; Richard Bedell, filho de Lorde Westbury. Todos haviam entrado na tumba e encontrado a morte.
Museum of Art de Nova York; George Benédite, do Louvre de Paris; Richard Bedell, filho de Lorde Westbury. Todos haviam entrado na tumba e encontrado a morte.
A lista continua: Professor
Douglas E. Derry; O Doutor Saleh Bey Hamdi, que haviam feito os exames da
múmia; Archibald Douglas Reed, que havia feito os Raios-X. Alguns não
aguentaram esperar pelo fantasma vingativo do faraó, o egiptólogo Evelyne
White, enforcou-se, deixando a mensagem "Pesava sobre mim uma maldição à
qual não tenho mais remédio que submeter-me".
Os jornais especulavam, no final,
toda a história da descoberta da tumba de Tutancâmon estava repleta de sinais,
profetizando as mortes dos profanadores: um dos trabalhadores disse ao escavar
o túmulo de Tut-Ankh-Âmon: "Essa gente encontrará ouro e morte";
quando entraram na tumba, na 2ª porta, um aviso de três mil anos: "A morte
esmagará com seus golpes a todo aquele que perturbe o sono do faraó".
Um pássaro, que pertencia a
Carter, foi morto por uma Naja, e os trabalhadores começaram a ver nesse fato,
um sinal que estavam amaldiçoados. Mas, e Howard Carter? Viveu até os 66 anos
e, dizem, sua vida nunca mais foi à mesma. Perseguido pela má sorte, nunca mais
teve coragem para procurar outros tesouros.
Uma boa coisa acabou acontecendo
por causa da suposta maldição, diversos contrabandistas e colecionadores de
peças egípcias, devolviam ou doavam aos museus suas coleções, com medo da
maldição que se alastrava.
Muito da maldição é só história;
se contesta a veracidade do aviso na porta do túmulo, por exemplo. A verdade é
que o irmão de Lorde Carnarvon morreu de velhice, e que algumas vítimas do
faraó já estavam muito doentes antes da descoberta da tumba. O pânico se
alastrou, bastava trabalhar em um museu e morrer para o nome ser
automaticamente relacionado com a maldição. Hoje, alguns sustentam a tese da
existência de fungos na tumba, lacrada por três mil anos e sem ventilação; ou
de algum veneno espalhado pelos antigos sacerdotes nos objetos."
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